Um psicólogo explicou o que torna uma relação verdadeiramente forte.
Alguns casais não só conservam a felicidade, como a mantêm / foto depositphotos.com
O psicólogo americano Mark Travers nomeou três hábitos nos relacionamentos que prevêem a felicidade a longo prazo.
No seu artigo para a Forbes, citando numerosos estudos a longo prazo, observou que alguns casais não só mantêm a felicidade, como a mantêm qe impercetivelmente através de uma série de acções que qe não são percebidas como hábitos.
Nenhum destes hábitos está diretamente relacionado com estilos de comunicação, resolução de conflitos ou lingens amorosas, disse ele, são mais invulgares.
E estes são os hábitos que o psicólogo nomeou:
Ver o parceiro como um aliado para fins pessoais. Um estudo de 2024 publicado na revista Personal Relationships concluiu que um dos mais fortes indicadores da qidade da relação é ver o parceiro como um ajudante ativo para os objectivos pessoais. Não se trata de fazer tarefas domésticas em conjunto ou de partilhar objectivos financeiros. Trata-se das s ambições profissionais, projectos criativos pessoais e crescimento pessoal. Os casais felizes não só notam esse apoio com mais exatidão, como também o recebem generosamente.
Veja a gratidão como um sinal, não apenas como um sentimento. Um estudo de 2024, publicado na revista Frontiers in Psychology, concluiu que a gratidão serve de ponte entre a capacidade de lidar com as crises em conjunto e a satisfação a longo prazo. Enfrentar as crises em conjunto só fortalece a ligação qdo gera gratidão. Os casais felizes criam uma atmosfera de gratidão em que até o silêncio é sentido como algo de valor. Nestas relações, a gratidão não é um ato de exibição, mas uma “moeda” que o parceiro sente sem palavras.
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Verificar a sprópria identidade. A descoberta mais surpreendente de uma investigação recente: a spersonalidade prevê a felicidade numa relação muito mais fortemente do que a personalidade do seu parceiro. Um estudo de nove anos publicado na revista Personality and Individ Differences concluiu que o nível de neuroticismo de uma pessoa é o principal fator de previsão do resultado da relação. As caraterísticas de personalidade do parceiro tiveram pouco ou nenhum efeito nos sentimentos subjectivos de felicidade. Isto sugere que é a sregulação emocional interna que molda a sperceção da relação. Uma tendência para a instabilidade emocional ou para uma autoestima negativa faz com que veja as relações através de um prisma distorcido, independentemente da idealidade do parceiro.
“A presença destes hábitos numa relação afecta diretamente o nível de satisfação de ambos os parceiros”, afirmou Travers.
Recordemos que, anteriormente, o psicólogo nos disse que o hábito n.º 1 destrói a amizade.

