Foto: de fontes abertas
As mulheres queixam-se de que os homens modernos seguem frequentemente comportamentos antiquados que eram a norma em épocas passadas
Embora cada geração tenha o seu próprio conjunto de prioridades nas relações românticas, algumas coisas são universais em todas as faixas etárias. Como refere a autora de um post no Yourtango, as mulheres nascidas nos anos 80 e 90 são cada vez mais abertas em relação às necessidades não satisfeitas nos relacionamentos e no casamento. E procuram coisas que são exatamente universais para qualquer geração.
Intimidade emocional mais profunda
Constata-se que as mulheres actuais, na faixa etária dos 30-40 anos, procuram uma ligação emocional mais profunda e uma distribuição equitativa do chamado “trabalho emocional”. O autor sublinha que são as mulheres que, muitas vezes, têm de processar não só os seus próprios sentimentos, mas também as emoções do seu parceiro.
“As mulheres estão cansadas de serem as guardiãs emocionais dos seus maridos”, sublinha a autora do artigo.
Menos carga mental
A autora escreve que, para além do apoio emocional, as mulheres suportam a principal “carga mental” – planear, controlar e cuidar da casa. Este trabalho é muitas vezes invisível, mas exaustivo e, como referido, não tem limites claros.
Apesar do aumento do emprego das mulheres, grande parte do trabalho doméstico continua a caber-lhes. Este facto gera um sentimento de injustiça e de sobrecarga, que prejudica o equilíbrio das relações.
Um verdadeiro apoio à carreira
O autor sublinha: as mulheres esperam mais apoio para as suas ambições profissionais. Devido aos papéis sociais e ao elevado custo dos cuidados infantis, as suas carreiras são muitas vezes relegadas para segundo plano em detrimento da frustração.
Mais tempo juntos
As mulheres querem passar mais tempo com os seus parceiros sem a distração de aparelhos e outros factores externos. Os simples momentos de lazer em conjunto, segundo a autora, devem ser conscientes e preenchidos com atenção mútua.
Um parceiro que evolui
Os especialistas sublinham a importância do crescimento pessoal para ambos os parceiros. As mulheres querem um homem que trabalhe sobre si próprio e que evolua com elas.
Parceria mais forte na parentalidade
O texto refere que as mulheres aspiram a uma parentalidade igualitária, em que as decisões são tomadas em conjunto e as responsabilidades são partilhadas de forma igual.
Capacidade de escuta
A autora sublinha que as mulheres nem sempre estão à procura de soluções – é importante que sejam ouvidas. Trata-se de apoio emocional e de reconhecimento dos sentimentos sem os desvalorizar.
Tempo para si
Como escreve a autora, as mulheres precisam de espaço para se auto-realizarem fora dos papéis de esposa ou mãe. A falta desse tempo leva à exaustão emocional.
Gratidão regular
Os peritos observam que mesmo simples actos de gratidão podem reforçar significativamente uma relação. “A gratidão manifesta-se através de palavras, gestos ou acções que demonstram que o parceiro é notado, apreciado, respeitado, amado ou desejado”, refere a publicação.
Comunicação aberta
O material sublinha que a honestidade e a abertura são a base da confiança.
Em geral, como resume a autora, as mulheres desta geração já não estão dispostas a tolerar silenciosamente o desequilíbrio nas suas relações e exprimem cada vez mais ativamente as suas necessidades, o que pode ser o primeiro passo para a mudança.
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