Teste psicológico: escolha uma silhueta e descubra que medo o move

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O que é que o medo faz com que tome decisões, descubra através do teste

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O teste psicológico baseado na escolha da silhueta ajudá-lo-á a compreender que ansiedade oculta influencia as suas acções diárias. Muitas vezes, a causa da estagnação não é a falta de força, mas um medo inconsciente que dita a lógica das acções. É preferível fazer este teste num dia de folga, por exemplo, ao sábado, quando o ritmo de vida abranda e há oportunidade para um diálogo franco consigo próprio.

Para fazer o teste, olhe para uma imagem com cinco silhuetas. Escolha a que chama a sua atenção de imediato, sem pensar muito. Se estiver a tentar adivinhar a opção “certa”, isso é um sinal de que o teste aborda algo importante.

Decifrar os resultados dos testes

Silhueta 1. Medo de parecer fraco

A escolha da primeira silhueta indica uma necessidade interior de permanecer sempre uma pessoa inabalável aos olhos dos outros. Pode sentir uma profunda ansiedade de que as suas emoções reais ou a sua confusão temporária causem julgamento ou perda de respeito. Por isso, está habituado a construir um muro protetor de intransigência à sua volta, tentando demonstrar calma mesmo quando uma verdadeira tempestade está a assolar o seu interior. Esta atitude faz com que, muitas vezes, adie passos importantes para mais tarde, porque está à espera daquele momento especial em que se sente mais controlado e pronto para qualquer desafio.

Na vida quotidiana, esta atitude manifesta-se através de dificuldades significativas quando se trata de pedir ajuda, porque se sente como um sinal da sua própria inadequação. Pode sentir uma verdadeira resistência quando precisa de mostrar a alguém rascunhos ou ideias em bruto, porque o medo de mostrar algo imperfeito se sobrepõe ao desejo de desenvolver.

Para mudar esta situação, vale a pena tentar o caminho das acções pequenas mas regulares que não requerem heroísmo instantâneo. Um apoio significativo será a oportunidade de partilhar as suas experiências não com uma multidão, mas com uma pessoa em quem confia sinceramente. A principal coisa a reter é um pensamento importante que o ajudará a manter-se firme nos momentos de dúvida: posso ser imperfeito e continuar a mover-me.

Silhueta 2. Medo de ficar sozinho se mostrar o seu verdadeiro eu

A escolha da segunda silhueta indica que a sua principal força motriz é, muitas vezes, o medo de ser deixado sozinho se se permitir ser o seu verdadeiro eu. Está habituado a confiar apenas nas suas próprias forças, e esta autonomia tornou-se o seu orgulho e, ao mesmo tempo, uma armadura fiável. No entanto, esta independência esconde muitas vezes uma ansiedade: parece que a intimidade sincera está condenada a resultar em rejeição ou dor, pelo que é muito mais fácil manter uma imagem de pessoa forte do que revelar o seu lado vulnerável.

Isto manifesta-se normalmente no facto de que pode ser muito difícil para si confiar nos outros ou fazer um pedido. Escolhe o silêncio mesmo quando algo lhe dói por dentro, porque as explicações parecem demasiado arriscadas, e estar sozinho nas suas próprias experiências é mais seguro do que a possível incompreensão dos entes queridos.

Para sair gradualmente deste estado, é importante aprender a escolher a “intimidade segura”. Isto significa começar com uma conversa honesta ou um simples pedido de apoio sem demasiado drama, dando a si próprio a oportunidade de ver que o ambiente pode ser um apoio. A sua principal atitude interna deve ser: posso apoiar-me nas pessoas sem me perder.

Silhueta 3. Medo de perder a liberdade devido à pressão

As pessoas que escolheram a terceira silhueta sentem frequentemente uma resistência subjacente ao peso das expectativas dos outros, que parece tentar “desligá-las”. É possível que, inconscientemente, receie que qualquer atividade ou início de atividade bem sucedido que faça seja um sinal para que os outros lhe imponham ainda mais obrigações. Neste estado, o sucesso parece uma armadilha em que se arrisca a perder a sua liberdade, o direito a um ritmo confortável e até o direito de simplesmente cometer um erro sem satisfazer as expectativas dos outros.

Muitas vezes, isto manifesta-se por uma procrastinação incompreensível antes de assuntos importantes, como se estivesse a procrastinar deliberadamente para não atrair atenções desnecessárias. Pode sentir uma irritação intensa perante qualquer tentativa de controlo ou um desejo subconsciente de simplesmente desaparecer quando sente que lhe estão a exigir demasiado.

Para recuperar a sua energia, é importante aprender a estabelecer as suas próprias regras do jogo e limites claros. É útil perceber que é o próprio que determina a quantidade de trabalho e os prazos, dizendo francamente “vou fazer esta parte e o resto só quando achar necessário”. O seu principal apoio interno nestas alturas deve ser a frase: “Eu escolho quanto dar e a que ritmo”.

Silhueta 4. Medo da ansiedade que se apoderará de si se der um passo

As pessoas que escolheram a quarta silhueta são geralmente acompanhadas não pelo medo de um acontecimento específico, mas por uma antecipação geral da ansiedade que pode surgir no momento de um passo decisivo. É possível que seja uma pessoa habituada a analisar todos os cenários, tentando prever todos os riscos possíveis. No entanto, este hábito leva muitas vezes ao facto de se cansar de esperar pelas dificuldades antes mesmo de começar a agir. A voz interior continua a sussurrar que agora é “perigoso” ou “não é o momento certo”, fazendo com que fique parado no lugar.

Na vida quotidiana, isto manifesta-se como um planeamento interminável do tipo “e se”, acompanhado de tensão física e de um desejo de adiar as coisas para mais tarde. Sente-se que primeiro é preciso alcançar a paz total e só depois é que se pode começar alguma coisa.

O que realmente o ajudará é traduzir essa energia em ação sem esperar pelo estado emocional perfeito. Um pequeno passo dado hoje dar-lhe-á mais confiança do que uma longa deliberação. É importante aprender a basear-se em factos em vez de expectativas ansiosas, lembrando-se da frase: “Não tenho de me acomodar para começar”.

Silhueta 5. Medo da responsabilidade pelas escolhas

Para aqueles que sentiram uma resposta especial da quinta silhueta, a principal barreira interior é frequentemente o medo de dar um passo em falso e arrepender-se amargamente mais tarde. Está num estado de profunda responsabilidade pelo seu próprio futuro, pelo que cada escolha lhe parece fatídica. Isto cria uma sensação de estar no limiar de uma estadia sem fim: pode pesar durante muito tempo todos os prós e contras, porque o custo de um possível erro na sua imaginação excede em muito o valor da oportunidade perdida. A sua maturidade e sabedoria funcionam, neste caso, como um rastilho que, em vez de defender, começa a bloquear qualquer movimento.

Na vida real, parece uma espera constante pelo momento perfeito que nunca chega. Pode comparar incessantemente diferentes opções, procurar uma garantia de sucesso a cem por cento e adiar o início, à espera de uma pista exterior que confirme a segurança do seu caminho.

Para sair deste círculo vicioso, é importante reconhecer antecipadamente que qualquer crescimento inclui inevitavelmente uma partícula de risco. Tente mudar o seu quadro de referência: em vez de procurar a solução perfeita, escolha o que é “suficientemente bom” para o momento. É importante permitir-se avançar, reconhecendo que a experiência é mais valiosa do que a perfeição. A sua âncora interior é agora: escolho avançar, mesmo que não haja garantias.

Lembre-se que os resultados deste teste não são uma definição final da personalidade ou um “estigma” imutável. Apenas evidenciam os processos interiores e os estados emocionais que dominam a sua alma neste preciso momento. É uma espécie de ponteiro que ajuda a identificar áreas que requerem a sua atenção especial e uma reflexão mais profunda agora.

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